Deputados e senadores terão quase duas semanas de “férias” a partir desta quinta-feira (28). O recesso não oficial começa na véspera do feriado de Páscoa e continua na semana seguinte, quando termina o fim do prazo da janela partidária.
Por causa do intervalo, a análise da prisão de Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), acusado de mandar matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, em 2018, vai ficar para a semana do dia 10 de abril. O adiamento da análise do caso —uma resposta da Câmara ao STF— provocou críticas por parte de parlamentares do PSOL.
A janela partidária é um período duranto o qual deputados preparam terreno para seu próximo passo político. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), por exemplo, quer fazer uma base forte em Alagoas para conseguir uma elevada votação em 2026 e entrar fortalecido no Senado.
Lira já havia fechado acordo com os deputados sobre o recesso para a janela partidária antes da prisão de Brazão, no domingo.
No Senado, a análise da PEC das Drogas também deve ficar para a segunda semana de abril.
Ainda que os congressistas não participem diretamente da eleição municipal, eles mobilizam as bases para eleger prefeitos e vereadores. Em outras palavras: visitam os estados que representam para discutir alianças e apresentar nomes que apoiam aos eleitores.
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