O PSDB decidirá, nesta quinta-feira (30), quem será o novo presidente do partido. O novo comando será definido após uma decisão judicial que retirou o governador gaúcho Eduardo Leite da presidência e em um momento em que o partido tem perdido integrantes.
O nome apontado como favorito para comandar a legenda é o do ex-governador Marconi Perillo (GO), apoiado pelo diretório de Minas Gerais e setores de São Paulo.
Entretanto, o ex-senador paulista José Aníbal decidiu apresentar-se como alternativa, buscando apoio de estados, principalmente do Nordeste, descontentes com o arranjo proposto para a reunião desta semana. O líder da bancada na Câmara dos Deputados, Adolfo Viana, é outro que teria entrado na disputa.
Primeiro, será feita a eleição dos membros do Diretório Nacional e do Conselho Nacional de Ética e Disciplina. São 177 vagas de titular e 59 de suplentes.
O colegiado será responsável por definir a Comissão Executiva Nacional e o Conselho Fiscal Nacional, incluindo o novo presidente da sigla, o secretário-geral e o tesoureiro.
Em setembro, a juíza Thais Araújo Correia, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, determinou que a sigla fizesse uma nova eleição da Executiva Nacional.
A decisão atendia a um pedido do prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando. Ele foi à Justiça questionar um ato da Executiva do PSDB de fevereiro de 2022, que decidiu prorrogar por um ano o mandato do então presidente do partido, Bruno Araújo. A sigla também ampliou os mandatos de todos os membros, inclusive os dos diretórios estaduais, até 31 de maio de 2023.
Araújo foi eleito presidente da sigla em maio de 2019 para um mandato de 2 anos, mas em 2021 foi mantido no cargo pelas restrições pela pandemia que, segundo a legenda, inviabilizavam a realização de uma convenção nacional para decidir a sucessão.
Naquela ocasião, era a segunda vez que o PSDB ampliava o mandato de Araújo à frente da legenda. Foi exatamente essa segunda eleição que Morando questionou na Justiça, sob o argumento de que ela descumpriu o estatuto tucano, que permite apenas uma prorrogação.
A decisão judicial tornou nulos todos os atos posteriores a essa segunda renovação do mandado de Araújo —o que impacta, portanto, a chegada de Leite à presidência do partido, em novembro de 2022, com posse em fevereiro de 2023.
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