Scientists Pierre Agostini, Ferenc Krausz and Anne L'Huillier are announced as the winners of the 2023 Nobel Prize in Physics at a press conference in the Royal Swedish Academy of Sciences in Stockholm, Sweden, October 3, 2023. REUTERS/Tom Little
O Prêmio Nobel de Física deste ano foi concedido, nesta terça-feira (3), ao francês Pierre Agostini, à franco-sueca Anne L’Huillier e ao austro-húngaro Ferenc Krausz pelos seus trabalhos em pulsos de laser muito curtos. Esses experimentos dão à humanidade novas ferramentas para explorar o mundo dos elétrons dentro dos átomos e das moléculas.
O trabalho dos três pesquisadores envolve pulsos de luz extremamente curtos que podem ser usados para medir processos rápidos nos quais os elétrons dentro das moléculas se movem ou mudam de energia.
Esses pulsos da ordem de atossegundos (uma unidade de tempo que representa um bilionésimo de um bilionésimo de segundo) têm aplicações na eletrônica e na medicina. Eles podem ser usados para identificar diferentes moléculas, por exemplo, em diagnósticos médicos.
Pierre Agostini foi pesquisador do CEA Saclay até 2002, e trabalha atualmente como professor na Ohio State University, nos Estados Unidos.
Ferenc Krausz é diretor do Instituto Max Planck, na Alemanha.
Além do reconhecimento, eles ganharam 11 milhões de coroas suecas, a serem divididos igualmente entre os três. O valor corresponde a cerca de R$ 5 milhões.
Anne L’Huillier se torna a quinta mulher a receber o Prêmio Nobel de Física. A professora na Universidade de Lund, na Suécia, disse ter ficado “muito emocionada”, e explicou que seu trabalho teve aplicação na tecnologia de semicondutores. Ela também declarou a importância do prêmio para ela, como mulher, e de estar ciente das poucos vencedoras até o momento.
Desde 1901, a prestigiosa distinção já foi atribuída para as cientistas Marie Curie, em 1903, Maria Goeppert Mayer, em 1963, Donna Strickland, em 2018, e Andrea Ghez, em 2020.
Segunda-feira (2), a pesquisadora húngara Katalin Kariko e o seu colega americano Drew Weissman receberam o Prêmio Nobel de Medicina pelo seu trabalho com RNA mensageiro que permitiu o desenvolvimento da vacina contra a Covid-19.
As informações são da AFP e da RFI.
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