O Conselho Monetário Nacional (CMN) manteve, nesta quinta-feira (29), o alvo da inflação em 3% para 2026 – com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo – e aprovou a adoção da meta contínua perseguida pelo Banco Central (BC) a partir de 2025.
Atualmente, a meta de inflação é definida seguindo o ano-calendário, ou seja, a autoridade monetária deve perseguir uma meta de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechada ao fim de cada ano.
A pauta principal do encontro foi o horizonte de tempo da meta, saindo de ano-calendário (ou seja, com o CMN definindo anualmente) para uma meta contínua, não limitada ao período de um ano.
A meta para 2026 é a mesma para 2024 e 2025. Mais cedo, a ministra Simone Tebet, do Planejamento, já tinha dito que não haveria possibilidade do governo propor alteração na meta para os próximos dois anos. No caso de 2023, a meta é de 3,25%.
O ministro Fernando Haddad já vinha defendendo que a meta seja contínua, e não limitada a um ano.
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