O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anuncia no início da noite desta quarta-feira (3) a sua decisão a respeito da Selic, a taxa de juros de referência da economia brasileira.
Os juros básicos estão desde agosto do ano passado em 13,75%, no maior patamar desde 2016.
O consenso entre economistas é de que os diretores do BC devem manter a taxa onde está no encontro desta quarta-feira, e que não deve também mudar consideravelmente seu tom mais duro em relação aos próximos passos, mesmo com a avaliação crescente, que ganhou corpo nos últimos meses, de que há espaço para que o Banco Central comece os cortes na taxa mais cedo.
Alguns indicadores, de fato, passaram a ajudar o Banco Central na tarefa de aliviar os juros altos e, com eles, a pressão que causam sobre a economia.
Foi o caso de vários sinais de uma desaceleração já em curso no Brasil e no mundo, como o PIB negativo no último trimestre do ano passado, as quedas na indústria e no varejo e uma inflação que passou a perder força rápido.
Também trouxe alívio para o cenário a apresentação pelo governo, no fim de março, de sua proposta para a regra fiscal que deverá substituir o atual teto de gastos.
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