Vialli, que também jogou na Juventus e no Chelsea, foi diagnosticado em 2017 com a doença. Crédito: Filippo Monteforte / AFP
O ex-atacante Gianluca Vialli, um dos maiores ídolos da Sampdoria, morreu nesta sexta-feira (6), aos 58 anos, vítima de um câncer no pâncreas, com o qual o atleta vinha lutando há anos.
O ex-jogador de Juventus e Cremonese, que faleceu em Londres, na Inglaterra, afastou-se no mês passado de suas funções na seleção da Itália por motivos de saúde.
O falecimento de Vialli, que exercia desde 2019 a função de chefe de delegação da Azzurra, foi confirmado pela família do ex-atleta.
“Com uma imensurável tristeza, nós anunciamos a morte de Gianluca Vialli. Ele faleceu cercado pela sua família após cinco anos de doença, que foi enfrentada com coragem e dignidade. Agradecemos as tantas pessoas que o apoiaram nestes últimos anos com afeto. A sua memória e exemplo viverão para sempre em nossos corações”, informa o comunicado.
O presidente da Federação Italiana de Futebol (Figc), Gabriele Gravina, disse em uma nota que os feitos de Vialli “jamais serão esquecidos”.
Vialli era um atacante completo, pois tinha técnica, velocidade, dinamismo e força física. Com passagens por Cremonese, Sampdoria, Juventus e Chelsea, o ex-jogador conquistou 16 títulos, entre eles dois Campeonatos Italianos e uma Champions League.
Com três Copas da Itália nos anos 1980 e um histórico Scudetto no início da década de 1990, o ex-centroavante se transformou em um dos maiores ídolos da história da Sampdoria.
Pela Vela Senhora, Vialli se consagrou após a Liga dos Campeões da temporada 1995/96.
Pelos Blues, Vialli foi um dos poucos atletas italianos que tiveram sucesso na Inglaterra. O ex-atacante conquistou troféus pelo Chelsea como jogador e treinador.
Na seleção da Itália, Vialli disputou as Copas do Mundo de 1986 e 1990, mas sua maior vitória pela tetracampeã foi fora dos gramados ao lado do treinador Roberto Mancini, seu grande amigo e ex-companheiro de equipe. O ex-atleta auxiliou o país a vencer a edição passada da Eurocopa.
O futebol italiano volta a ficar de luto pouco tempo depois da morte do ex-treinador sérvio Sinisa Mihajlovic, que jogou ao lado de Vialli na Sampdoria e também lutava contra um câncer. (Com informações do portal UOL)
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