Brasília - Presidente Nacional do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Roberto Jefferson, fala à imprensa após reunião com o presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto (Valter Campanato/Agência Brasil)
O ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB) entregou-se à Polícia Federal na noite deste domingo (23), depois de ter resistido à prisão com tiros de fuzil e uma granada, ferindo dois agentes com os estilhaços do artefato. No entanto, os federais Karina Miranda e Marcelo Vilela, feridos na operação, estão fora de perigo.
Saíram da casa do ex-deputado, no município de Levy Gasparian (RJ), onde ele cumpria prisão domiciliar desde o começo do ano, três viaturas da PF. O ex-parlamentar estaria dentro de uma delas, sendo levado à prisão.
A ação ocorreu porque os agentes federais cumpriam um mandado de prisão expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra Jefferson, quando ele reagiu à abordagem.
A reação de Roberto Jefferson foi inicialmente comunicado pela filha dele e ex-deputada federal Cristiane Brasil. Em um vídeo publicado mais cedo neste domingo (23) nas redes sociais, ela afirmou que o pai estava enfrentando os policiais à bala, e classificou a Polícia Federal como “a Gestapo do Xandão”, em referência à polícia da Alemanha nazista e a Moraes.
“Meu pai está enfrentando hoje, domingo, meio-dia, a Gestapo do Xandão, sozinho, a balas, pois não vai se entregar ao totalitarismo, à ditadura do Judiciário sobre a democracia”, disse Cristiane no vídeo. “Isso é só o estopim do que vai acontecer daqui para frente caso aconteça alguma coisa com meu pai. O que eu tenho para dizer para vocês é que ele não vai se entregar. Meu pai não vai se entregar. Acabou. A masmorra para ele acabou. Ninguém vai calar a voz de um inocente”, afirmou. Minutos depois das postagens, a conta da ex-deputada no Twitter foi retirada do ar.
Jefferson deixou sua residência às 19h deste domingo (23) em uma viatura preta, escoltada por outras duas, sendo uma caracterizada da Polícia Federal. Manifestantes entoaram gritos de apoio ao ex-parlamentar.
Equipes do Bope (Batalhão de Operações Especiais) da Polícia Militar do Rio deixaram o local em seguida. Pouco antes da saída do ex-deputado, um reboque retirou outro carro da PF que havia chegado mais cedo, com diversas marcas de tiros no para-brisa.
Mesmo depois da saída de Jefferson, policiais federais continuam na casa do ex-deputado. Eles não informaram que trabalhos estão sendo realizados. Quatro carros da PM resguardam o acesso à residência. (Da Redação)
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