Cerca de 5% da população mundial tem altas habilidades ou, no popular, são superdotadas, conforme dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
No Brasil, a proporção corresponde a cerca de 2,3 milhões crianças. Mas a maior parte dessas pessoas são invisíveis.
Segundo o Censo Escolar de 2020, pouco mais de 24 mil estudantes, cerca de 1% do total, são identificados como pessoas com altas habilidades ou com superdotação. O número leva em consideração apenas as pessoas com altas habilidades acadêmicas, não inclui outras habilidades como a artística, esportiva ou de liderança.
A psicóloga e presidente do Conselho Brasileiro para Superdotação, Denise Arantes Brero, explica que a falta de políticas públicas para identificar essas pessoas gera problemas para quem é do grupo.
Muitas vezes, crianças superdotadas acabam sendo diagnosticas erroneamente com transtornos como autismo ou TDAH, o transtorno do déficit de atenção. Os prejuízos são individuais, mas também coletivos.
Para tornar esses talentos visíveis, a psicóloga lembra de algumas características que podem indicar que a criança pode estar no grupo dos superdotados, como crianças que ficam entediadas e aprendem rápido.
A recomendação nesses casos é procurar profissionais especializados que possam fazer o diagnóstico. No Brasil, além do Conselho Brasileiro de Superdotação (Conbrasd), também é possível entrar em contato com a Associação Mensa Brasil, a mais antiga sociedade de alto Q.I. do mundo, podem indicar profissionais habilitados a fazer os testes que podem identificar se o que parece desajuste é na verdade superdotação. O site do conselho é www.conbrasd.org. O site do Mensa Brasil é www.mensa.org.br.
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