A Prefeitura de Sorocaba e a Urbes em parceria com a CPFL Piratininga, anunciaram a instalação de usinas fotovoltaicas nos Terminais Santo Antônio e São Paulo. Após implementado o projeto, que inclui também a troca de lâmpadas por modelos mais econômicos, com tecnologia de LED, a iniciativa vai gerar uma economia anual de aproximadamente R$ 90 mil aos cofres públicos, nas despesas com consumo de energia elétrica nesses terminais.
O evento de lançamento contou com a presença do prefeito Rodrigo Manga, dos secretários municipais Carlos Eduardo Paschoini (Mobilidade – Semob) e Fausto Bossolo (Administração – Sead), do diretor-presidente da Urbes – Trânsito e Transportes, Sergio Barreto, e do ouvidor-geral do Município, Evandro Bueno. Pela CPFL Piratininga, esteve o consultor de negócios Fábio Barroso, mais Antônio Oliveira, representante da Volts Ampere Engenharia Sistemas de Energia, empresa responsável pela execução do projeto nos dois terminais.
A instalação das usinas será viabilizada sem custos ao município, uma vez que a Urbes foi contemplada em chamada pública de projeto de eficiência energética da CPFL Piratininga, garantindo a liberação de R$ 700 mil para investimento em ações nessa área. A implantação dos equipamentos nos dois terminais terá início já neste mês de maio e está prevista para ser concluída em junho, supervisionada pela Urbes e pela Prefeitura de Sorocaba.
“Sorocaba sai na frente, mais uma vez, em termos de tecnologia, sempre buscando o pioneirismo em inovação. É exemplo de parceria com a iniciativa privada, a custo zero, gerando economia que pode ser investida em outras melhorias à população. Esperamos que esse sistema se torne modelo de sucesso e que possamos instalá-lo também em outras unidades do município”, destacou o prefeito Rodrigo Manga.
Nos dois terminais serão substituídas, ao todo, 259 lâmpadas e instaladas 270 placas fotovoltaicas. O sistema de usina solar dos dois terminais de ônibus terá capacidade para gerar uma potência de até 108 kWp (quilowatt/pico), representando o desempenho máximo de um painel solar em quilowatt por hora (kWh).
O consumo habitual de energia elétrica nos dois terminais é de 609,72 MWh/ano (Megawatt por ano), sendo que a economia gerada por meio das placas fotovoltaicas e da modernização da iluminação será de 213,1 MWh/ano, o que representa 34% do total consumido.
“A energia fotovoltaica é excelente para o meio ambiente. Além de um investimento muito inteligente, com a economia de 213.100 KWh/ano e a redução de 13,15 toneladas por ano de dióxido de carbono (CO2), equivalente ao plantio de 162 árvores”, explica o representante da empresa Volts Ampere. “De fato, o futuro está em investir em energias limpas, ainda mais quando isso implica em redução no consumo de energia elétrica”, complementou o consultor de negócios da CPFL Piratininga.
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