O ministro da Economia, Paulo Guedes, o Ministro da Secretaria-Geral da Presidência, General Ramos, o Presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, durante lançamento da Carteira de Identidade Nacional.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) publicou no Twitter, na tarde desta quinta-feira (24), que está “totalmente empenhado no esforço de proteger e auxiliar os brasileiros que estão na Ucrânia”. Ainda segundo ele, a “Embaixada em Kiev permanece aberta e pronta a auxiliar os cerca de 500 cidadãos brasileiros que vivem na Ucrânia e todos os demais que estejam por lá temporariamente”.
Pelo Instagram, Bolsonaro publicou orientações feitas pelo Ministério das Relações Exteriores aos brasileiros que vivem na Ucrânia. A postagem foi feita depois dos ataques militares conduzidos pela Rússia à capital ucraniana, Kiev, e a outras cidades do país.
A mensagem diz que a Embaixada do Brasil em Kiev “permanece aberta e dedicada, com prioridade, à proteção dos cerca de 500 cidadãos brasileiros na Ucrânia”. Segundo o comunicado, a embaixada vem renovando o cadastramento dos brasileiros e tem transmitido orientações, por meio de mensagens em seu site, em sua página no Facebook e em grupo do aplicativo Telegram.
“Solicita-se aos cidadãos brasileiros em território ucraniano, em particular aos que se encontrem no leste do país e outras regiões em condições de conflito, que mantenham contato diário com a Embaixada. Caso necessitem de auxílio para deixar a Ucrânia, devem seguir as orientações da Embaixada e, no caso dos residentes no leste, deslocar-se para Kiev assim que as condições de segurança o permitam”, diz o texto do Itamaraty.
É a primeira vez que o chefe do Executivo federal se manifesta desde a invasão da Rússia. As forças armadas russas já assumiram o controle da planta nuclear de Chernobyl, próximo à cidade fantasma de Pripyat, na Ucrânia. Mais cedo, Bolsonaro falou com apoiadores no Palácio do Alvorada, em Brasília, e depois participou de uma cerimônia no interior de São Paulo, mas não citou os ataques da Rússia.
Já o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) disse que o Brasil não está neutro em relação ao ataque russo sobre a Ucrânia e que “deixou muito claro que respeita a soberania” do país invadido. “Então, o Brasil não concorda com uma invasão do território ucraniano.”
Na semana passada, em meio às tensões diplomáticas e ao risco iminente de guerra, Bolsonaro esteve em Moscou, capital da Rússia, e encontrou-se com Putin. Na ocasião, o mandatário brasileiro exaltou o diálogo com o país, defendeu a soberania nas nações e empenho pela paz.
O chefe do Executivo demonstrou solidariedade à Rússia, e a declaração não foi bem recebida por diversos países, entre eles os Estados Unidos. A Casa Branca destacou que o Brasil pode estar do outro lado da comunidade global. O Itamaraty, por sua vez, lamentou a declaração do governo norte-americano.
Com informações do Portal R7
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
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