Este mês é marcado pela campanha “Janeiro Branco”, relacionada aos cuidados com a saúde mental. Os transtornos depressivos estão associados à grande maioria dos casos de suicídio e, embora existam mais de 200 medicamentos disponíveis para o tratamento de doenças neuropsiquiátricas, a resposta terapêutica é muito abaixo do ideal.
O médico oncologista e head de farmacogenômica, Leandro Brust, explica que entre 30% e 50% dos pacientes não respondem adequadamente ao antidepressivo prescrito inicialmente e probabilidade de falha terapêutica no tratamento da depressão é de 50%.
Por isso, segundo o especialista, a genética pode ser uma grande aliada na busca por tratamentos mais eficazes e toleráveis, pois ela é indicada como a razão de 40% a 50% da variabilidade na resposta e na toxicidade dos antidepressivos e pode dizer se o medicamento prescrito será efetivo e bem tolerado. Ou seja, permite que o médico identifique o tratamento mais eficaz para o paciente, para o qual o organismo dele oferecerá melhor resposta, de acordo com as alterações do DNA.
Ouça os detalhes com o repórter André Fazano!
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