O presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia para o anúncio de investimentos para o Programa Águas Brasileiras.
O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), vai depor presencialmente à Polícia Federal (PF) no âmbito do inquérito que apura eventual interferência política na corporação. Até então, Bolsonaro pedia permissão da Justiça para se manifestar por escrito.
A informação chegou em ofício enviado, nesta quarta-feira (6), ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio da Advocacia-Geral da União (AGU).
Motivada por denúncias do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, a investigação corre desde abril do ano passado e já foi prorrogada por várias vezes, a última em julho deste ano. Este é um dos quatro inquéritos que correm contra Bolsonaro no Supremo.
Com a manifestação, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, retirou de pauta um recurso que seria votado para avaliar se Bolsonaro poderia depor por escrito ou se deveria comparecer pessoalmente à oitiva.
Moraes vai avaliar se existe perda de objeto, ou seja, extinção do motivo para julgar o tema, com a decisão do presidente.
Com informações do Portal R7
Foto: Arquivo/ Agência Brasil
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