Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a crise econômica decorrente da pandemia de Covid-19 está afetando os jovens com mais força e rapidez do que qualquer outro grupo. Em todo mundo, mais de 1 em cada 6 jovens deixou de trabalhar desde o início da pandemia.
No Brasil, proporção de jovens que nem estudam nem trabalham atingiu no último trimestre de 2020 o maior valor em oito anos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na pandemia, de acordo com o a Pnad, essa tendência de aumento dos jovens sem trabalho foi reforçada, principalmente entre os mais vulneráveis.
Neste cenário, o Espro (Associação de Ensino Social Profissionalizante), instituição sem fins lucrativos que capacita e encaminha adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social para o mercado de trabalho, lançou um sistema que vai ajudar ONGs de todo o país a impulsionar a socioaprendizagem e aprendizagem – mesmo em locais onde há carência ou falta de ações nesse segmento.
O repórter Caio Rossini conversou com o superintendente da Espro, Alessandro Saade.
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