Os jogadores da seleção brasileira decidiram que vão disputar a Copa América, mas farão um manifesto com crítica à realização do torneio no Brasil.
O afastamento do presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Rogério Caboclo — denunciado por assédio sexual —, reduziu a tensão entre o time e cúpula da entidade. Pesou também na decisão deles que dirigentes garantiram ao técnico Tite sua permanência.
O novo mandatário é o Coronel Nunes, vice-presidente mais velho. Na prática, um grupo de vices e diretores têm atuado no comando da entidade.
Neste sentido, a primeira meta era garantir a permanência de Tite como técnico e acabar com a insegurança no campo. A diretoria remanescente na CBF tratou de lidar diretamente com o treinador para reforçar o compromisso pela continuidade no trabalho e, ao mesmo tempo, tirar dele a desconfiança gerada pela condução da CBF com Rogério Caboclo.
Amanhã (8), o time volta a campo ainda pelas Eliminatórias da Copa do Mundo para enfrentar o Paraguai, em Assunção. Em reunião na tarde de hoje, a CBF vai decidir se outro membro da diretoria irá ao Paraguai para o jogo.
Os capitães das dez seleções que participarão da Copa América no Brasil elaboram manifesto no qual pretendem demonstrar insatisfação por disputar a competição em meio à pandemia.
O Brasil estreia no próximo domingo (13) contra a Venezuela, no estádio Mané Garrincha, em Brasília.
Edição – Alessandra Santos
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