Categorias: Jornalismo

Comunidade católica arrecada alimentos para ajudar famílias na pandemia

O Santuário de São Judas Tadeu iniciou a campanha #AFOMENAOEFAKE, nesta quinta-feira (18). De acordo com a comunidade, todas as igrejas e seus fiéis estão convidados a participar da iniciativa, que tem como objetivo arrecadar alimentos para montar mil cestas básicas para a população que enfrenta dificuldades durante a pandemia. Até o momento, a campanha já arrecadou cerca de 300 cestas.

De acordo com o padre Flávio Jorge Miguel Júnior, os interessados em ajudar pode levar a sua doação de alimentos básicos (arroz, feijão, óleo, açúcar, macarrão, café e leite) para a paróquia mais próxima de seu casa. A igreja está indo aos bairros periféricos da cidade para realizar assistência às famílias em situação de vulnerabilidade. “Existem famílias que estão com a geladeira vazia e não têm o que comer”, relatou o padre Flávio.

A ação conta com o apoio do Fundo Social de Solidariedade (FSS) da prefeitura, que vai auxiliar com entregas de alimento para famílias que possuem cadastro comprovando vulnerabilidade. Sirlange Frate Maganhato, primeira-dama e presidente do FSS, falou que “o Fundo Social tem o papel de ser um facilitador. Hoje, a lista é feita pela Secretaria de Cidadania. Então a pessoa precisa ir até a prefeitura ou até um Cras, fazer o cadastro e, então, a família vai ser assistida pela prefeitura”, explicou Sirlange.

“É momento da gente poder colaborar e se unir para enfrentar uma situação que está se apresentando muito difícil”, afirmou o arcebispo de Sorocaba, Dom Julio Endi Akamine, ao comentar sobre o aumento da pobreza, da miséria e da fome. Dom Julio ainda pediu por maior cooperação pelo bem econômico e para auxiliar as famílias em vulnerabilidade social. “A gente achava que algumas coisas já estavam superadas e erradicadas, mas com a pandemia a gente percebe que aquilo que parecia superado está retornando com muita força”, concluiu.

O padre Arari dos Santos Amorim avaliou como “muito importante” a união neste período pandêmico. “Agora é o momento de união. Nessa hora, a gente não pode ficar olhando a plaquinha da nossa igreja. Agora é hora de dar alimento para quem tem fome. A fome é todo dia”. enfatizou. 

Com informações do Jornal Cruzeiro do Sul. Reportagem: Kally Momesso – programa de estágio / Supervisão: Aldo Fogaça.

Cibelle Freitas
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