CARDIFF, WALES - DECEMBER 08: A member of staff poses with a phial of Pfizer-BioNTech Covid-19 vaccine at a vaccination health centre on the first day of the largest immunisation programme in the UK's history on December 8, 2020 in Cardiff, United Kingdom. Wales joined the other UK nations in rolling out the covid-19 vaccine on Tuesday, a rare moment of coordination after months of disjointedness in the four nations' pandemic response. Wales introduced a 17-day "firebreak" lockdown in October and November to suppress the surge in covid-19 cases, but infections have continued to rise. (Photo by Justin Tallis - Pool / Getty Images)
O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o assessor especial do Ministério da Saúde, Airton Cascavel, anunciaram nesta segunda-feira (8) que o Brasil receberá 14 milhões de doses da vacina contra Covid-19 desenvolvida pela Pfizer e pela BioNTech.
O comunicado foi feito enquanto o presidente Jair Bolsonaro e ministros estavam reunidos por videoconferência com o diretor-executivo global da Pfizer, Albert Bourla.
O governo brasileiro caminha para um contrato de 100 milhões de doses da vacina da Pfizer para este ano, mas a grande maioria estava prevista para o segundo semestre.
Cascavel afirmou que a empresa se comprometeu a antecipar 5 milhões de vacinas que seriam entregues a partir de junho.
“Nós tínhamos uma previsão da Pfizer de 99 milhões de vacinas neste ano: 2 milhões em maio, 7 milhões em junho e 10 milhões [por mês] até o início do último trimestre, onde estão 60 milhões. O que o presidente da Pfizer garantiu ao presidente Bolsonaro hoje? Antecipação de 5 milhões do segundo semestre para maio e junho. Ou seja, dos 9 milhões que nós tínhamos previstos, se incorporarão mais 5 milhões, passando para 14 milhões em maio.”
A vacina Pfizer/BioNTech é a única até o momento com registro sanitário (definitivo) concedido pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Portanto, já pode ser importada.
A negociação com a Pfizer, que havia começado em agosto, destravou na última semana após o Congresso aprovar uma emenda a um projeto de lei que permitia ao governo federal atender às exigências contratuais impostas pela farmacêutica.
Com informações do Portal R7
Edição – Alessandra Santos
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