O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, durante pronunciamento sobre preço dos combustíveis e a política de reajustes adotada pela Petrobras.
O presidente Jair Bolsonaro comentou nesta segunda-feira (8) sobre o novo reajuste no preço dos combustíveis. Com o aumento, que entra em vigor nesta terça-feira, a gasolina já acumula alta de 22% em seis semanas. Ele descartou qualquer tipo de intervenção na Petrobras ou o tabelamento de preços.
Bolsonaro se reuniu nesta segunda com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para tratar do problema. Segundo ele, a reunião contou com a participação do ex-presidente e senador Fernando Collor de Mello, mas não deu detalhes sobre as sugestões apresentadas. Collor também participou com Bolsonaro do lançamento da plataforma digital Participa Mais Brasil, no Palácio do Planalto.
Durante o evento, o presidente acrescentou que a queda do dólar poderia controlar o preço dos combustíveis, e pediu ajuda de deputados e senadores para aprovar projetos que, segundo ele, poderiam influenciar o mercado financeiro a valorizar o real.
Bolsonaro também comentou sobre a criação de um novo programa de transferência de renda, mas afirmou que a medida está sendo analisada com cautela. O auxílio emergencial criado em abril do ano passado beneficiou quase 68 milhões de pessoas e custou R$ 292 bilhões.
Com informações da Agência Brasil.
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