O presidente da República, Jair Bolsonaro, durante a solenidade de posse dos ministros da Justiça e Segurança Pública; e da Advocacia-Geral da União no Palácio do Planalto
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (2) que sofreria pressão para indicar o ex-ministro Sergio Moro ao STF (Supremo Tribunal Federal) se ele não tivesse pedido demissão e continuasse no governo.
Antes da saída de Moro, havia uma expectativa que o ex-juiz seria indicado pelo presidente a uma cadeira no STF.
Bolsonaro formalizou a indicação do desembargador Kassio Nunes nesta sexta. Nunes vai assumir o lugar do ministro Celso de Mello, que antecipou a aposentadoria para 13 de outubro deste ano.
O presidente afirmou que qualquer pessoa que indicasse “iria apanhar” e que é uma covardia o que estão fazendo com Nunes. Bolsonaro se referiu às críticas ao desembargador e afirmou estar chateado com a situação.
Novo ministro
O Diário Oficial da União publica, nesta sexta-feira (2), despachos do presidente da República, Jair Bolsonaro, indicando oficialmente o nome do desembargador Kassio Nunes Marques, do Tribunal Regional Federal da 1° Região, para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
No documento, o presidente encaminha o nome do desembargador para apreciação do Senado. Se aprovado pelos senadores, Marques assumirá a vaga do ministro Celso de Mello, o mais antigo integrante do STF, que antecipou sua aposentadoria da corte a partir do dia 13 de outubro.
Nessa quinta-feira (1º), em sua live semanal nas redes sociais, Bolsonaro anunciou o desembargador para vaga no STF. “Será publicado amanhã [2], no Diário Oficial da União, por causa da pandemia, nós temos pressa nisso, conversado com o Senado, o nome do Kassio Nunes Marques para a nossa primeira vaga no Supremo Tribunal Federal”, afirmou o presidente.
O ano que vem, outro ministro do STF, Marco Aurélio Mello, também vai chegar aos 75 anos, devendo se aposentar compulsoriamente por tempo de serviço. Para esta segunda indicação, Bolsonaro voltou a dizer, durante a live, que indicará o nome de um jurista ou magistrado de perfil cristão. “Nós temos uma vaga prevista para o ano que vem também. Essa segunda vaga vai ser para um evangélico”, disse.
Com informações do Portal R7 e Agência Brasil
Edição – Alessandra Santos
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