Servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) entraram em greve por tempo indeterminado. Eles reivindicam reajuste salarial de 27,5% e melhores condições de trabalho (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Pela segunda semana seguida após o anúncio da reabertura, as agências do INSS permanecem sem atendimento ao público que precisa de perícia médica para conseguir a liberação de benefícios. Cerca de 800 mil pessoas sofrem as consequências da falta de consulta médica nas unidades do país.
O novo capítulo do impasse, nesta segunda-feira (21), é a inspeção das agências liberadas pelo governo que será feita pelos próprios médicos peritos. Na maior parte do país, as unidades estão abertas, mas sem perícia médica.
O governo federal garante que esses locais foram vistoriados e podem receber os beneficiários e os médicos peritos em segurança. As agências liberadas foram higienizadas e adaptadas de forma a minimizar o risco de contaminação pelo novo coronavírus, causador da covid-19.
Com isso, publicou, na última sexta-feira, uma convocação oficial no Diário Oficial de volta ao trabalho em 150 agências espalhadas pelo país. O médico que desrespeitar está sujeito a falta e, consequentemente, desconto no salário dos dias sem trabalhar.
A ANMP (Associação Nacional dos Médicos Peritos) informou, na semana passada, que as agências consideradas aptas serão imediatamente liberadas para a categoria retornar ao trabalho após a vistoria.
Terça-feira (22)
A expectativa é que os médicos retornem ao trabalho nas agências do INSS nesta terça-feira, depois da inspeção que fariam nesta segunda-feira. Com isso, a perícia e a regularização dos benefícios deverão ser retomados.
Após quase 6 meses fechadas por causa da pandemia de coronavírus, mais de 500 agências no país começaram a funcionar na segunda-feira passada com agendamento prévio e medidas de proteção, como uso de máscaras. As unidades podem ser consultadas no site covid.inss.gov.br.
Para evitar aglomeração, as agências vão atender apenas segurados agendados previamente e em horário reduzido, das 7h às 13h. Serão priorizados os seguintes atendimentos: avaliação social, cumprimento de exigência, justificação administrativa e reabilitação profissional.
Com informações do Portal R7
Edição – Alessandra Santos
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