Presidente da República Jair Bolsonaro; aeronave KC-390, da Força Aérea Brasileira (FAB), carregada com 6 toneladas de materiais, entre medicamentos, equipamentos de saúde e alimentos, doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil
O presidente Jair Bolsonaro reafirmou nesta terça-feira (8) que está pedindo aos donos das principais redes de supermercados do país e à Abras (Associação Brasileira de Supermercados), que os empresários evitem aumentar o preço dos produtos essenciais e que, se necessário, tenham neste ano lucro próximo a zero. As conversas acontecem após o preço de itens como o arroz disparar.
Na semana passada, o presidente em visita ao Vale do Ribeira já havia dito que conversava com os donos de supermercados.
Bolsonaro afirmou que não irá usar a caneta “BIC”, como costuma se referir à caneta que utiliza para assinar medidas do governo, para fazer tabelamento de preços, prática que remete aos anos de hiperinflação no país. “Ninguém vai usar caneta “BIC” para tabelar nada”, afirmou.
Além do arroz, produtos como feijão e carne também estão mais caros nos últimos meses. Entre as explicações estão as mudanças de consumo na pandemia e o dólar alto.
Um pacote de 5 kg de arroz que há pouco mais de dois meses era comprado entre R$ 10 e R$ 15 hoje pode variar de R$21 a R$30. Já o óleo de soja também teve alta e em alguns supermercados chega a custar R$ 7.
Segundo o presidente, um dos argumentos é o momento delicado da economia em razão da pandemia de covid-19 e o esforço do governo para dar renda à parte da população com a criação do auxílio emergencial de R$ 600 ou R$ 1.200, no caso de mães chefe de família.
“Tenho conversado com donos de redes de supermercados, o presidente da associação, fazendo um apelo, [dizendo] que nós criamos o auxílio emergencial para exatamente dar oportunidade para quem perdeu o emprego comer. Foram quase 40 milhões de informais com lucro quase zero. Se não fosse isso poderíamos ter problemas seríssimos no Brasil. Tenho apelado para eles”, disse.
Ele citou ainda que outro argumento utilizado é o fato de a próxima safra estar próxima. Para muitos produtos, a colheita coindice com o verão. “A próxima safra começa a ser colhida em dezembro, janeiro, arroz em especial, a tendência é normalizar o preço”.
As afirmações foram feitas pelo presidente em live, durante encontro com o grupo Médicos pela Vida.
Segundo o presidente, os ministérios da Economia e da Agricultura buscam medidas para minizar a subida de preços.
Com informações do Portal R7
Edição – Alessandra Santos
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