Jornalismo

Ministro Marcos Pontes visita produção de respiradores em empresa de Sorocaba

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes, visitou na manhã desta sexta-feira (15) a produção de respiradores na planta da Flextronics, em Sorocaba. Ele estava acompanhado do deputado federal Vitor Lippi (PSDB) e da prefeita de Sorocaba, Jaqueline Coutinho. A chefe do Executivo divulgou que entregou um ofício ao ministro solicitando a destinação de 30 respiradores ao município.
A produção de respiradores na empresa instalada na cidade já foi iniciada. O primeiro lote com 19 aparelhos foi no início deste mês para a empresa MagnaMed, que encomendou os equipamentos.
A notícia da fabricação pela multinacional, que fica às margens da rodovia Senador José Ermírio de Moraes, foi antecipada em 25 de março pelo Cruzeiro do Sul. A medida faz parte de uma ação do Governo Federal para a compra de 6,5 mil respiradores. O prazo de entrega é agosto deste ano.
Oficialmente, a Flex, como é atualmente chamada a empresa, não comenta a questão em função de acordos de confidencialidade que mantém com seus clientes. Porém, conforme apurado pela reportagem, a princípio, são duas linhas de produção com capacidade total para fabricar 400 aparelhos por dia.
Durante a visita, o ministro Marcos Pontes disse que ficou orgulhoso por visitar a cidade e conhecer a estrutura do Parque Tecnológico (PTS) e a empresa Flextronics. “A empresa está trabalhando em conjunto com outras para responder um problema tão sério do Brasil”, disse o ministro.
Já o presidente da Flextronics, Leandro Santos, disse que está feliz de participar do projeto chamado “Respira Brasil”, que é um esforço coordenado de várias empresas no País para acelerar e potencializar a produção de respiradores. “Essa semana estamos produzindo 100 respiradores, que equivale a um mês de produção, semana que vem vamos produzir o equivalente a dois meses”, disse.
“Até junho a gente esperar colocar uma produção considerável de respiradores à disposição para ajudar o Brasil, e nesta sexta tivemos a satisfação de receber aqui o ministro e sua equipe para ver o resultado e conhecer mais esse ecossistema de tecnologia e sustentabilidade que tem aqui em Sorocaba, e que nos dá muito orgulho de ser da cidade e poder contribuir nesse momento muito difícil”, diz.
O presidente da Flex disse ainda que a empresa foi chamada para o mesmo desafio também fora do Brasil, na Europa, nos EUA e no México. “Aqui estamos há duas ou quatro semanas a frente do que qualquer fábrica no mundo na produção de respiradores. O que nos dá muita satisfação e orgulho dessa capacidade brasileira”, disse Santos. Conforme ele, a Flextronics tem atualmente 10 mil colaboradores.
O deputado Vitor Lippi, que acompanhou a visita, é presidente da Frente Parlamentar de Apoio as Indústrias de Máquinas e Equipamentos. Nesta quinta-feira (14), Lippi já havia feito uma visita ao local. “O ministro veio visitar a produção da Flex que é muito importante, e tem o apoio do governo federal e de outras empresas, e trata-se de um projeto muito importante e que vai salvar muitas vidas”, disse o deputado.
Uso dos respiradores
A estimativa é de que cerca de 5% dos infectados pelo novo coronavírus precisem de cuidados intensivos, que incluem internação em UTIs. São os casos mais graves. E quando o paciente não tem a capacidade de operar seu sistema respiratório normalmente, entram em cena os respiradores mecânicos, que são máquinas que ajudam os pulmões a inspirar e expirar.
A estratégia do Governo Federal para o enfrentamento da Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, no caso de respiradores, envolve o trabalho de um grupo de empresas que atua em vários setores, incluindo a Flextronics, uma das maiores fabricantes de eletrônicos do mundo e empregadoras de Sorocaba.
Para atender à demanda do Ministério da Saúde, a Magnamed está recebendo a colaboração, por exemplo, da Positivo, que está responsável pelo fornecimento de placas. A Suzano auxilia em questões de engenharia e na procura de fornecedores globais de insumos, além de prover capital de giro para a aquisição de componentes.
O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes, visitou na manhã desta sexta-feira (15) a produção de respiradores na planta da Flextronics, em Sorocaba. Ele estava acompanhado do deputado federal Vitor Lippi (PSDB) e da prefeita de Sorocaba, Jaqueline Coutinho. A chefe do Executivo divulgou que entregou um ofício ao ministro solicitando a destinação de 30 respiradores ao município.
A produção de respiradores na empresa instalada na cidade já foi iniciada. O primeiro lote com 19 aparelhos foi no início deste mês para a empresa MagnaMed, que encomendou os equipamentos.
A notícia da fabricação pela multinacional, que fica às margens da rodovia Senador José Ermírio de Moraes, foi antecipada em 25 de março pelo Cruzeiro do Sul. A medida faz parte de uma ação do Governo Federal para a compra de 6,5 mil respiradores. O prazo de entrega é agosto deste ano.
Oficialmente, a Flex, como é atualmente chamada a empresa, não comenta a questão em função de acordos de confidencialidade que mantém com seus clientes. Porém, conforme apurado pela reportagem, a princípio, são duas linhas de produção com capacidade total para fabricar 400 aparelhos por dia.
Durante a visita, o ministro Marcos Pontes disse que ficou orgulhoso por visitar a cidade e conhecer a estrutura do Parque Tecnológico (PTS) e a empresa Flextronics. “A empresa está trabalhando em conjunto com outras para responder um problema tão sério do Brasil”, disse o ministro.
Já o presidente da Flextronics, Leandro Santos, disse que está feliz de participar do projeto chamado “Respira Brasil”, que é um esforço coordenado de várias empresas no País para acelerar e potencializar a produção de respiradores. “Essa semana estamos produzindo 100 respiradores, que equivale a um mês de produção, semana que vem vamos produzir o equivalente a dois meses”, disse.
“Até junho a gente esperar colocar uma produção considerável de respiradores à disposição para ajudar o Brasil, e nesta sexta tivemos a satisfação de receber aqui o ministro e sua equipe para ver o resultado e conhecer mais esse ecossistema de tecnologia e sustentabilidade que tem aqui em Sorocaba, e que nos dá muito orgulho de ser da cidade e poder contribuir nesse momento muito difícil”, diz.
O presidente da Flex disse ainda que a empresa foi chamada para o mesmo desafio também fora do Brasil, na Europa, nos EUA e no México. “Aqui estamos há duas ou quatro semanas a frente do que qualquer fábrica no mundo na produção de respiradores. O que nos dá muita satisfação e orgulho dessa capacidade brasileira”, disse Santos. Conforme ele, a Flextronics tem atualmente 10 mil colaboradores.
O deputado Vitor Lippi, que acompanhou a visita, é presidente da Frente Parlamentar de Apoio as Indústrias de Máquinas e Equipamentos. Nesta quinta-feira (14), Lippi já havia feito uma visita ao local. “O ministro veio visitar a produção da Flex que é muito importante, e tem o apoio do governo federal e de outras empresas, e trata-se de um projeto muito importante e que vai salvar muitas vidas”, disse o deputado.
Uso dos respiradores
A estimativa é de que cerca de 5% dos infectados pelo novo coronavírus precisem de cuidados intensivos, que incluem internação em UTIs. São os casos mais graves. E quando o paciente não tem a capacidade de operar seu sistema respiratório normalmente, entram em cena os respiradores mecânicos, que são máquinas que ajudam os pulmões a inspirar e expirar.
A estratégia do Governo Federal para o enfrentamento da Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, no caso de respiradores, envolve o trabalho de um grupo de empresas que atua em vários setores, incluindo a Flextronics, uma das maiores fabricantes de eletrônicos do mundo e empregadoras de Sorocaba.
Para atender à demanda do Ministério da Saúde, a Magnamed está recebendo a colaboração, por exemplo, da Positivo, que está responsável pelo fornecimento de placas. A Suzano auxilia em questões de engenharia e na procura de fornecedores globais de insumos, além de prover capital de giro para a aquisição de componentes.
Com informações do Jornal Cruzeiro do Sul
Edição – Alessandra Santos

Cruzeiro FM
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