Jornalismo

Motoristas de ônibus farão assembleia em Sorocaba; paralisação não está descartada

Uma assembleia convocada para esta quinta-feira (23), às 12h30, pelo Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba e Região vai definir os rumos do funcionamento transporte coletivo em Sorocaba. Uma nova paralisação não está descartada, já que, segundo a entidade, as empresas não pagaram o adiantamento salarial aos trabalhadores no dia 20 deste mês e estariam sendo “intransigentes” na possibilidade de um acordo, mesmo com a anuência de adesão à Medida Provisória 936, que permite redução temporária de jornadas e salários.
A Consórcio Sorocaba (Consor) e a STU, concessionárias que operam no transporte urbano da cidade, foram procuradas, mas ainda não se manifestaram.
A Urbes, que gerencia o transporte na cidade, afirma que a até o momento a operação nesta quinta-feira (23) está reduzida como adotada no início da pandemia e normal dentro desse padrão. Por meio de nota, a empresa pública afirma que “seu papel é contribuir para que as partes cheguem a um acordo e que não haja prejuízo àqueles que precisam trabalhar por exercerem atividades nos serviços essenciais neste momento de pandemia”.
O Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba e Região afirma que concordou com a adesão da Medida Provisória 936, do governo federal, que instituiu o chamado “Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda”, e autoriza a redução de jornadas e salários como forma de garantir os empregos neste momento de desaceleração da economia por causa da pandemia do novo coronavírus. Porém as empresas, segundo o sindicato, estariam sendo “intransigentes” e apresentando novos obstáculos diante de possibilidades de acordo.
Reunião
A entidade diz que se reuniu na quarta-feira (22) com representantes das empresas do transporte urbano e da Prefeitura em busca de um acordo sobre a questão trabalhista diante da pandemia do novo coronavírus. A reportagem apurou que a prefeita Jaqueline Coutinho (PSL) assumiu compromisso de manter o subsídio mensal de R$ 6 milhões, mesmo com apenas 40% da frota operando, para que as empresas pudessem honrar com os deveres trabalhistas.
Com informações do Jornal Cruzeiro do Sul
Edição – Alessandra Santos

Cruzeiro FM
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