O padre Flávio Jorge Miguel Junior, gestor e presidente do Conselho de Administração da Irmandade da Santa Casa de Sorocaba, participou hoje (30) do Jornal da Cruzeiro e explicou sobre a demora para o repasse de recursos federais destinados ao tratamento de pacientes com câncer.
Ontem (29), o presidente da Câmara Municipal de Sorocaba, Fernando Dini (MDB), levantou a questão na sessão do Legislativo. O vereador citou que vai cobrar a Prefeitura de Sorocaba sobre as verbas enviadas pelo Ministério da Saúde e que vão para o Fundo Municipal da Saúde antes de chegar à Santa Casa.
Assim como afirmou o parlamentar, o padre Flávio confirmou que o hospital não está recebendo os R$ 200 mil por mês, destinados pelo governo federal, para o tratamento do câncer.
O gestor da Santa Casa explicou que fez uma auditoria interna para saber se era a Irmandade que estava cometendo algum tipo de erro que resultou em atrasos em exames, biópsias e cirurgias oncológicas.
A conclusão é que os procedimentos burocráticos do hospital estavam corretos e a Santa Casa questionou a Diretoria Regional da Saúde (DRS), ligada ao Governo do Estado de São Paulo, e a Secretaria Municipal da Saúde sobre o lugar em que as verbas estavam retidas.
O assunto foi tema de uma reunião em abril deste ano e a Prefeitura de Sorocaba ficou de estudar a questão do repasse do dinheiro, mas até agora a situação não foi resolvida, apesar da identificação de que as verbas realmente estão no Fundo Municipal de Saúde.
O padre explicou que sem os recursos de custeio, a fila de espera dos pacientes com câncer vai crescendo e a demora para começar o tratamento pode chegar a 8 meses e na maioria dos casos, a doença se agrava e a pessoa morre.
O gestor da Santa Casa explicou que se as verbas chegassem em dia e se houvesse também mais um aporte de recursos, o hospital poderia zerar a fila de espera pela biópsia, fazer mais exames e contratar mais médicos.
Ainda na entrevista, o padre Flávio disse que o novo aparelho de radioterapia será inaugurado em novembro e que pediu mais R$ 4 milhões por ano ao Ministério da Saúde para aumentar o tratamento oncológico destinado aos sorocabanos e aos moradores da região.
O gestor da Santa Casa explicou sobre a falta de repasses para o setor de oncologia, que agrava a situação dos pacientes com câncer
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