(Bottom L-R), Chairman of the Nobel Committee for Economic Sciences, Peter Fredriksson, Secretary General of The Royal Swedish Academy of Sciences, Goeran K Hansson and member of the Nobel Committee for Economic Sciences Jakob Svensson are pictured during the announcement of the winners of the 2019 Nobel Prize in Economic Sciences at the Royal Swedish Academy of Sciences on October 14, 2019 in Stockholm. Indian-born Abhijit Banerjee of the US, French-American Esther Duflo and Michael Kremer of the US won the Nobel Economics Prize for their "experimental approach to alleviating global poverty", the Royal Swedish Academy of Sciences said. / AFP / Jonathan NACKSTRAND
O indiano Abhijit Banerjee, a francesa Esther Duflo e e o americano Michael Kremer foram premiados hoje (14) com o Prêmio Nobel de Economia pela sua “abordagem experimental para aliviar a pobreza global”.
“Os premiados deste ano introduziram uma nova abordagem para obter respostas confiáveis sobre as melhores formas de combater a pobreza global”, frisou a Academia Real de Ciências da Suécia na apresentação dos escolhidos para o Nobel da Economia.
Abhijit Banerjee, do Massachusetts Institute of Technology, Cambridge, nos Estados Unidos, nasceu em 1961, na Índia.
O norte-americano Michael Kremer, da Universidade de Harvard, EUA, nasceu em 1964.
A francesa Esther Duflo, nasceu em 1972. Duflo é a mais jovem vencedora a receber este Nobel, além de ser a segunda mulher a conseguir o feito.
Abhijit Banerjee e Esther Duflo, juntando-se muitas vezes a Michael Kremer, realizaram estudos similares em outras áreas e em outros países. “Os seus métodos de investigação experimental dominam agora totalmente as economias em desenvolvimento”, explicou a Academia Real de Ciências da Suécia.
Prêmio de R$ 3,85 milhões
“Um dos temas mais urgentes para a humanidade é a redução da pobreza global, em todas as suas formas. Mais de 700 milhões de pessoas ainda subsistem com salários extremamente baixos.
Por ano, cerca de cinco milhões de crianças com menos de cinco anos, ainda morrem com doenças que podem ser prevenidas ou curadas com tratamentos baratos. Mais de metade das crianças no mundo ainda abandonam a escola com competências básicas”, recordou o comitê do Nobel.
Os três vão dividir um prêmio equivalente a R$ 3,85 milhões. O Nobel da Economia foi o último dos prêmios a ser anunciado este ano.
Oficialmente conhecido como o prêmio de ciências econômicas do Banco da Suécia em memória de Alfred Nobel, a distinção não foi criada pelo fundador, mas é considerada como parte dos prêmios Nobel.
A premiação foi criada pelo Riksbanken, o banco central sueco, em 1968, e o primeiro vencedor foi selecionado um ano depois.
Com informações da Agência Brasil
Edição – Alessandra Santos
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