Os casos de sarampo em Sorocaba subiram de 33 para 40 em 2019. Em uma semana foram sete a mais e a Secretaria da Saúde (SES) afirma que “o momento é considerado epidêmico para a doença”.
Os dados foram divulgados nesta terça-feira (1) pela Secretaria Municipal da Saúde (SES). O aumento foi de 21,21% em relação ao boletim epidemiológico anterior, divulgado em 23 de setembro.
Todos os casos de sarampo foram confirmados por exame laboratorial. De acordo com a SES, outros 100 aguardam resultados.
Segundo a SES, dentre os casos confirmados, 24 (60%) são do sexo masculino. Os pacientes têm média de idade de 13 anos.
Ainda segundo a pasta municipal, os casos de sarampo em Sorocaba estão com maior incidência na região leste de Sorocaba. Entretanto, os casos confirmados estão distribuídos em todas as áreas do município: oeste (14) e norte (10).
Vacina é a melhor prevenção
A SES orienta que a vacina é a melhor forma de proteção da doença. A vacinação foi estendida para crianças a partir de seis meses a 11 meses de idade, além das doses de rotina aplicadas aos 12 e 15 meses de idade.
Todas as pessoas de 1 a 29 anos devem ter comprovação de duas doses de vacina. Já os indivíduos de 30 a 59 anos, uma dose de vacina contra o sarampo.
Pessoas acima de 60 anos não necessitam comprovação de vacinação, pois em geral tiveram contato com o vírus na infância. Portanto, são consideradas imunes.
Campanha Nacional
No período de 7 de outubro a 25 de outubro será realizada campanha nacional de vacinação com foco na prevenção do sarampo. Será destinada às crianças não vacinadas de seis meses a menores de cinco anos (4 anos, 11 meses e 29 dias). Haverá também dia D de mobilização nacional no dia 19 de outubro.
Entre 18 e 30 de novembro será realizada a vacinação de adultos jovens não vacinados na faixa etária de 20 a 29 anos de idade. O dia D de mobilização nacional será em 30 de novembro para essa faixa etária.
A SES orienta ainda que é de extrema importância que as pessoas que apresentem febre, exantema (manchas vermelhas no corpo) associados a sintomas respiratórios, procurem atendimento médico.
Elas devem seguir as orientações de afastamento do convívio social enquanto estiverem no período de transmissão (6 dias antes do exantema até 4 dias após).
Com informações da Secom Sorocaba e Jornal Cruzeiro do Sul
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