Presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), realiza reunião de líderes. Participam: presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP); senadora Daniella Ribeiro (PP-PB); senadora Simone Tebet (MDB-MS); senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA); senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE); senador Alvaro Dias (Podemos-PR); senadora Kátia Abreu (PDT-TO); senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP); senador Eduardo Braga (MDB-AM); senador Major Olimpio (PSL-SP); senador Paulo Rocha (PT-PA); senador Roberto Rocha (PSDB-MA); senador Rogério Carvalho Santos (PT-SE); senador Esperidião Amin (PP-SC); senador Eduardo Girão (Podemos-CE). Foto: Marcos Brandão/Senado Federal
Os líderes de partidos do Senado definiram nesta terça-feira (13) o calendário da tramitação da proposta de reforma da Previdência. A agenda divulgada prevê que a Proposta de Emenda à Constituição seja votada no plenário em primeiro turno em 18 de setembro e, em segundo turno, no dia 2 de outubro.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) descartou que o prazo de 60 dias previsto para tramitação da PEC seja “atropelado” como tem criticado parlamentares contrários à medida. Segundo o parlamentar, a comissão especial do Senado criada para acompanhar a proposta durante a tramitação na Câmara, já atua a cerca de cinco meses na Casa.
“Eu respeito a posição de todos os senadores, acho legítimo, e eles estão cumprindo o seu papel para que possam se manifestar. Mas, o Senado Federal criou uma comissão especial que já tem mais de 150 dias de constituída com senadores de todos os partidos políticos, que teve à frente desta comissão especial com intuito de acompanhar o andamento da reforma na Câmara dos Deputados”, disse.
“Um calendário de 60 dias é muito razoável dentro do que o Brasil aguarda do Senado Federal e dentro do que, tendo em vista do que nós fizemos com a comissão especial, é sem dúvida a possibilidade dentro do Senado Federal de continuarmos debatendo essa matéria”, completou Alcolumbre.
PEC Paralela
O relator da matéria, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), tem defendido abertamente que os colegas confirmem o texto aprovado pelos deputados, sem nenhuma alteração para que a PEC não precise voltar à Câmara.
Apesar de reconhecer que o texto votado na Câmara precisa ser melhorado, sobretudo no que diz respeito à novas regras de previdência de estados e municípios, o tucano defende que as alterações propostas pelos senadores estejam em PEC paralela que tem o apoio do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP).
Com informações da Agência Brasil
Edição – Alessandra Santos
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