O protesto nacional contra os contingenciamentos feitos pelo governo federal na Educação também reúne manifestantes em Sorocaba na manhã desta terça-feira (13).
O grupo, formado em sua maioria por estudantes, se reúne na praça Coronel Fernando Prestes, no Centro, de onde devem iniciar uma passeata. O ato é acompanhado pela Polícia Militar e pela Guarda Civil Municipal.
A ação acontece em todo o País. Além dos cortes, os manifestantes criticam também o programa Future-se, anunciado pelo Ministério da Educação em julho, cujo objetivo central é atrair investimentos privados para as universidades e regulamentar a participação das organizações sociais na gestão das instituições.
Além disso, também ocorre, em Brasília, a Marcha das Mulheres Indígenas. Nas redes sociais, o assunto já é o mais comentado no Twitter Brasil com as hashtags #Tsunami13Agosto e #TsunamiDaEducação impulsionando a discussão.
Autoridades e instituições ligadas ao tema estão se pronunciando sobre os protestos de hoje. A Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) afirma que o contingenciamento de R$ 348 milhões divulgado pelo MEC na semana passada “afetará a compra e a distribuição de centenas de livros didáticos que atenderiam crianças do ensino fundamental de todo o País”.
A União Nacional dos Estudantes (UNE), por sua vez, convoca seus representados às ruas como “resposta dos estudantes brasileiros aos constantes ataques à educação”. “Future-se: sucatear para depois privatizar”, afirma a entidade.
Os atos pela Educação estão marcados para ocorrerem durante todo o dia em mais de 150 cidades.
Marcha das Mulheres Indígenas
Um vídeo nas redes sociais mostra uma multidão de indígenas marchando na Esplanada dos Ministérios em direção ao Congresso Nacional. O perfil do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) postou foto da caminhada dos indígenas com a frase “ou os estudantes se identificam com o destino do seu povo, com ele sofrendo a mesma luta, ou se dissociam do seu povo, e nesse caso, serão aliados daqueles que exploram o povo”, do sociólogo Florestan Fernandes.
Com informações do Jornal Cruzeiro do Sul
Edição – Alessandra Santos
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