O Procon-SP, vinculado à Secretaria da Justiça e Cidadania, reuniu-se com empresas que vendem ingressos pela internet para discutir a cobrança da taxa de conveniência.
Para o Procon-SP, a venda de ingressos pela internet – seja de pequenos ou grandes eventos – traz vantagem ao fornecedor, uma vez que amplia o universo de venda e a velocidade da comercialização. Já para o consumidor, apesar de ter a facilidade da compra, há uma onerosidade excessiva.
“Cumprindo a missão de defender o consumidor e equilibrar o mercado, nós chamamos as empresas para expor o nosso posicionamento e também ouvir os argumentos do setor”, afirma Fernando Capez, diretor executivo.
Os representantes das empresas tiveram a oportunidade de expor à diretoria da fundação o seu ponto de vista com relação à cobrança, defendendo que esta deve ser transparente e feita separadamente do ingresso.
As empresas deverão apresentar num prazo de dez dias dados técnicos e econômicos que demonstrem e fundamentem a taxa de conveniência. Com base nestes documentos, o Procon-SP irá avaliar quais medidas serão adotadas.
Na ocasião, foi apresentado resultado da pesquisa realizada pelo Núcleo de Inteligência e Pesquisas da Escola Paulista de Defesa do Consumidor do Procon-SP sobre a percepção do consumidor com relação à taxa de conveniência.
Estiveram presentes: Associação Brasileira de Empresas de Venda de Ingressos (Abrevin), Bilheteria Digital, Clube do Ingresso, Consciência, Entretickets, GP Brasil F1, Omelete Desenvolvimento Cultural, Popload, Stubhub, Ticket Fácil, T4F e Velox Tickets.
Com informações da Assessoria de Imprensa do Procon-SP
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