O promotor de Justiça, Orlando Bastos Filho, pediu a prisão do ex-secretário e vereador licenciado e afastado das funções públicas, Marinho Marte, por coagir as testemunhas do caso em que se apura o pagamento de um valor mensal ao parlamentar que seria feito por assessores de seu gabinete.
O pedido foi feito no dia 5 de julho.
O promotor justifica que Marinho e o ex-assessor Ilzo Lourenço Pereira “continuam a importunar e coagir as testemunhas, que são assediadas quase que diariamente, e encontram-se em verdadeiro pânico”.
No pedido, Orlando Bastos Filho ainda solicita “a incidência da multa, para cada réu, no importe de R$ 1.080.000,00 (126 dias, R$ 5.000,00 por dia), já que nunca deixaram os réus de importunar as testemunhas além da prisão em flagrante dos réus por desobediência e eventual coação no curso do processo”.
O Ministério Público denunciou Marinho Marte em novembro de 2017, quando ele ainda era secretário de Relações Institucionais e Metropolitanas, por tentar barrar a apuração sobre a possível cobrança de uma mesada dos assessores de seu gabinete na Câmara Municipal de Sorocaba.
Ainda no documento assinado pelo promotor Orlando Bastos Filho, as testemunhas “são diariamente, várias vezes por dia, procuradas pelo réu Ilzo, que age, certamente, a pedido do réu Marinho, como se ainda fossem seus servidores e o mais incrível e inimaginável, é que ainda depositam parte de seus vencimentos na conta do réu Marinho, com desprezo absoluto pela Justiça”.
Veja abaixo o pedido do promotor:
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