Após reunião fechada com vereadores e secretários da base aliada na tarde desta sexta-feira (6), João Doria (PSDB) renunciou ao cargo de prefeito de São Paulo. Sendo assim, Bruno Covas (PSDB), assinou o termo de posse e se tornou, então, o novo prefeito da cidade.
A transição foi feita a portas fechadas, sem a presença de público ou de jornalistas. A discrição do evento, pouco habitual na rotina midiática do agora ex-prefeito, preserva Doria do desgaste público de deixar o cargo depois de ter prometido mais de uma dezena de vezes que ficaria até o final do mandato, em 2020.
À Folha de S.Paulo, Covas disse que a população deve esperar um prefeito mais “social-democrata” do que Doria, que teria “uma posição mais liberal.”
Os 460 dias da gestão Doria foram intensos, mas nem todos eles dedicados à cidade. Foram dias de agendas lotadas, reuniões, visitas a bairros do centro e da periferia, mas também de viagens pelo país para engatar um projeto presidencial que acabou frustrado e ajudou a derrubar sua popularidade nas pesquisas.
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