A defesa do atacante Paolo Guerrero voltou ao Rio de Janeiro no início da manhã desta terça-feira com discurso otimista depois de dois dias de reuniões com a Federação Peruana de Futebol, em Lima.
Representada no Peru pelo advogado Pedro Fida e pelo bioquímico Luiz Carlos Cameron, a defesa alega que o uso de cocaína foi descartado. Segundo eles, o metabólito benzoilecgonina – presente na cocaína – e encontrado na urina do centroavante do Flamengo é proveniente da folha de coca utilizada para chá consumido em diversos países da América do Sul.